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	<title>Gestão Singular</title>
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		<title>O caminho do crescimento</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 13:42:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Ribenboim</dc:creator>
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<p><img src="http://www.gestaosingular.com.br/wp/wp-content/uploads/2011/03/wpid-http___www.casaconhecimento.com_.br_blog_wp-content_uploads_ferramentas.gif-2011-03-16-10-421.jpg" alt="wpid-http___www.casaconhecimento.com_.br_blog_wp-content_uploads_ferramentas.gif-2011-03-16-10-421.jpg" width="150" height="164" />&#8220;<em>Escala, escopo e velocidade. Se não estamos falando de escala, escopo e velocidade estamos sendo apenas amadores e diletantes.</em>&#8220;, Alex Steffen</p>
<p>O empreendedor, aquele que começa uma empresa do zero, se for competente em tirar sua ideia do papel e levar a empresa a crescer, mais cedo ou mais tarde, vai precisar de ajuda de outros profissionais para realizar este crescimento, pois é impossível fazer tudo sozinho!</p>
<p>A maneira mais fácil e que, aparentemente, envolve menos risco para o empreendedor, é contratar pessoas e colocá-las para responder diretamente para ele, no que podemos chamar de uma empresa com um organograma “flat”: o dono e o resto da equipe.</p>
<p>O menor risco desta alternativa, refere-se ao fato de que o empreendedor não precisa abrir mão do seu poder, mantendo o controle de tudo centralizado em si mesmo. A empresa acaba ganhando escala, mas este crescimento é limitado, pois ela não forma competências de gestão e, sim, um contigente de funcionários dependentes do dono para tudo.</p>
<p>Para, realmente, crescer e ganhar velocidade, a empresa terá que contratar ou formar gestores, capazes de tocar o negócio com competência e comprometimento, motivados por objetivos claros e capazes para, por sua vez, gerenciar pessoas, que, no futuro, estarão gerenciando outras pessoas. Este é o caminho do crescimento. </p>
<p><strong>Como posso amadurecer, como empreendedor, para me tornar um gestor de uma empresa capaz de crescer desta forma?<br />
</strong><br />
Em uma única frase: você deve fazer uso das ferramentas de gestão que, anos e anos de pesquisa sobre o funcionamento das organizações, nos legaram.</p>
<p>Comece por aqui&#8230;</p>
<p>- Elabore (coloque por escrito) a estratégia da sua empresa &#8211; onde queremos chegar como negócio? Fazendo o quê? Quais são os nossos diferenciais? Veja mais informações sobre estratégia <a href="http://www.gestaosingular.com.br/category/blog/estrategia">aqui</a>.<br />
- Desenhe o organograma da empresa e descreva, com razoável nível de detalhes, a responsabilidade de cada área e de cada pessoa, principalmente dos gerentes.<br />
- Elabore um plano de ação que aponte a empresa na direção da estratégia que você definiu. Este plano de ação deve ter as 5 a 7 iniciativas que, além das atividades do dia a dia, serão realizadas nos próximos 6 a 12 meses para fazer a empresa estar mais próxima dos seus objetivos estratégicos no final deste período. Veja mais sobre planos de ação <a href="http://www.gestaosingular.com.br/category/blog/planejamento">aqui</a>.<br />
- Determine, entre os seus gerentes, quem é o responsável por cada uma das ações, eventualmente, uma ou outra pode ficar sob a sua responsabilidade, mas você deve se forçar a distribuir ações para começar a compartilhar o controle.<br />
- Baseado no plano de ação, crie um plano de metas que distribua bônus para os gerentes e funcionários que baterem suas metas no fim do período.<br />
- Faça um desenho dos principais processos da empresa &#8211; um detalhamento dos processos ajuda a comunicar a responsabilidade de cada área e de cada pessoa e resolve problemas de “bolas divididas” ou de “tarefas sem dono”, mais sobre processos <a href="http://www.gestaosingular.com.br/category/blog/processo">aqui</a>.</p>
<p>Acho que já temos o suficiente, por hoje <img src='http://www.gestaosingular.com.br/wp/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Alexandre Ribenboim.</p>
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		<title>O líder competente</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Mar 2011 13:44:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Ribenboim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“O líder serve as pessoas e não o contrário”, Beto Sicupira. Quantas vezes você já quis demitir um funcionário da sua empresa ou equipe por achá-lo incompetente? Não é raro ver um líder estressado com seus subordinados porque eles não realizam as suas tarefas da forma com que este líder espera. Nestes casos, afirmo, categoricamente, [...]]]></description>
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			</a>
		</div>
<p><img src="http://www.gestaosingular.com.br/wp/wp-content/uploads/2011/03/wpid-http___www.papeldeparede.fotosdahora.com_.br_wallpaper_06Esportes_06006escalada__escalada_03.JPG-2011-03-4-10-441.jpg" alt="wpid-http___www.papeldeparede.fotosdahora.com_.br_wallpaper_06Esportes_06006escalada__escalada_03.JPG-2011-03-4-10-441.jpg" width="160" height="118" />“<em>O líder serve as pessoas e não o contrário</em>”, Beto Sicupira.</p>
<p>Quantas vezes você já quis demitir um funcionário da sua empresa ou equipe por achá-lo incompetente?</p>
<p>Não é raro ver um líder estressado com seus subordinados porque eles não realizam as suas tarefas da forma com que este líder espera. Nestes casos, afirmo, categoricamente, que antes de se julgar a incompetência de alguém, o líder deve ter certeza de que foram oferecidos todos os recursos para esta pessoa desempenhar as suas tarefas, antes disto, ninguém deve ser demitido! Em outras palavras, o líder deve sempre refletir se não é parte do problema e, somente se tiver certeza que não é, seguir a via da demissão.</p>
<p>Será que você está sendo competente como líder da sua equipe?</p>
<p>Para você atuar como líder de uma empresa ou de uma equipe, por menor que seja, você deve se dedicar às tarefas de apoio aos seus subordinados, ou seja, se certificar que você criou todos os recursos necessários para os funcionários desempenharem as suas tarefas da forma que você espera.</p>
<p>Para começar, você deve <strong>definir o que é esperado como resultado</strong> &#8211; definir com qualidade, do jeito que manuais definem o funcionamento de algo. Definir o que é esperado também envolve combinar o prazo para a conclusão de uma tarefa.</p>
<p>Em seguida, você deve se certificar que seus funcionários têm todos os <strong>recursos para desempenhar as tarefas </strong>e, caso não tenham, garantir que esses recursos estejam disponíveis no momento certo. Os recursos podem ser internos, por exemplo, o suporte de alguma outra área, ou externos, um serviço de algum fornecedor.</p>
<p>Dando continuidade, você deve “proteger” seus funcionários. Proteger, no sentido de <strong>garantir que eles possam se dedicar</strong> à execução das suas tarefas com o foco necessário, pois outro recurso importante, e escasso, é a disponibilidade de tempo para executar a tarefa no prazo.</p>
<p>Melhor ainda, se o líder consegue <strong>definir as razões da tarefa</strong>, onde a tarefa se encaixa nos objetivos estratégicos da área ou da empresa, oferece ao funcionário um sentimento de pertencer a algo maior, estabelece um objetivo mais concreto do que, normalmente, o funcionário consegue enxergar apenas com a visão da tarefa isolada. Este tipo de visibilidade, de transparência, tem o efeito de criar mais que funcionários competentes, cria funcionários competentes e motivados.</p>
<p>Trabalhe para melhorar o nível das suas equipes.</p>
<p>Alexandre Ribenboim.</p>
<div class="evernoteSiteMemory"><a href="javascript:" onclick="Evernote.doClip({title: 'O líder competente on Gestão Singular',url: 'http://www.gestaosingular.com.br/blog/o-lider-competente',contentID: 'post-1044',suggestTags: 'gestão de empresas,Governança,lider,Organização,pequenas e médias empresas,PME,profissionalismo,recursos humanos,SMB',providerName: 'Gestão Singular',styling: 'text' });return false" class="evernoteSiteMemoryLink"><img src="http://static.evernote.com/article-clipper.png" class="evernoteSiteMemoryButton" />
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		<title>Jogos de tabuleiro, um &#8220;test drive&#8221; para empreendedores</title>
		<link>http://www.gestaosingular.com.br/blog/jogos-de-tabuleiro-um-test-drive-para-empreendedores</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Nov 2010 22:15:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Ribenboim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“The master of the art of living makes little distinction between his work and his play, his labor and his leisure, his mind and his body, his education and his recreation, his love and his religion. He simply pursues his vision of excellence in whatever he does, leaving others to decide whether he is working [...]]]></description>
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			</a>
		</div>
<p><img src="http://www.gestaosingular.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/11/wpid-tabuleiro1-2010-11-9-20-155.jpg" alt="wpid-tabuleiro1-2010-11-9-20-155.jpg" width="149" height="122" /><br />
<span style="font-size: 10pt;"><em>“The master of the art of living makes little distinction between his work and his play, his labor and his leisure, his mind and his body, his education and his recreation, his love and his religion. He simply pursues his vision of excellence in whatever he does, leaving others to decide whether he is working or playing. To him, he is always doing both.</em>”, Lao-Tzu, filósofo chinês.</p>
<p></span>Um dos meus passatempos (como se eu tivesse tempo sobrando&#8230;) são os jogos de tabuleiro.</p>
<p>Jogos de tabuleiro, para quem não sabe ou não se lembra, são conhecidos pelos antigos War e Banco Imobiliário.</p>
<p>Os jogos de tabuleiro são da época dos encontros físicos, antes das redes sociais. Mesmo assim, contrariando essa tendência de não sair da frente da tela de um computador, há uns anos renasceu uma indústria de jogos de tabuleiro &#8211; dominado por editoras alemãs &#8211; que formam um mercado vibrante que movimenta autores e, claro, jogadores em todo o mundo. </p>
<p>Muitos, na ordem de milhares, de títulos de jogos foram lançados desde esse renascimento dos jogos de tabuleiro. A grande distinção desta nova geração de jogos, quando comparado com a geração do War e Banco Imobiliário, é a redução do peso da sorte e o surgimento de diferentes mecânicas, que privilegiam as decisões tomadas pelos jogadores, na condução das partidas.</p>
<p>Mas por que estou escrevendo sobre jogos de tabuleiro num blog para empresários e empreendedores?</p>
<p>Há muitos desses jogos que, em si, são excelentes exercícios para quem se interessa por gestão de empresas, sem a sisudez dos jogos de negócios dos mestrados e MBAs.</p>
<p>Muitos jogos se desenvolvem em torno de técnicas de gestão e podem servir para entreter, educar e treinar empresários, empreendedores ou futuros empreendedores &#8211; o Banco Imobiliário já é um exemplo disto, mas esses jogos contemporâneos foram capazes de elevar o nível e os desafios &#8211; e, portanto, o aprendizado &#8211; à patamares muito superiores. </p>
<p>Nestes jogos você encontra &#8211; impresso no tabuleiro e descritos nas regras que definem as decisões (estratégia, tática) dos jogadores &#8211; modelos de situações que ocorrem no mundo real das organizações. Alguns exemplos:</p>
<ul style="list-style-type: disc">
<li>gestão de recursos finitos (dinheiro, commodities) </li>
<li>negociação &#8211; compra, venda e troca de recursos</li>
<li>disputa por território e mercado</li>
<li>vantagem competitiva pelo domínio de geografias, tecnologias, ativos escassos ou posicionamento</li>
<li>capitalização (aumento do valor) de recursos com investimentos na produção</li>
<li>estimativa de demanda futura e decisões de produção e estoque</li>
<li>logística &#8211; menor custo e menor tempo de transporte de mercadorias</li>
<li>foco x dispersão </li>
<li>alianças e parcerias, entre outros.</li>
</ul>
<p>Infelizmente, estes jogos ainda não estão sendo editados no Brasil e não têm versão em português (olha uma oportunidade aí, empreendedor!).</p>
<p>Com os jogos de tabuleiro você pode exercitar seus conhecimentos antes de colocá-los em prática no mundo real e, ainda, se divertir. Eu recomendo!</p>
<p>Alexandre Ribenboim.</p>
<p>Alguns ponteiros, fornecidos pelo amigo, empresário e <em>gamer</em> Luiz Fernando Caldas, para quem ficou interessado&#8230;</p>
<p>Locais e sites com programação:</p>
<p>Ludus Luderia (SP)  – um bar com um acervo de <a href="http://www.ludusluderia.com.br/os-jogos">mais de 600 jogos</a>, há monitores que auxiliam na escolha dos jogos e ensinam a jogar (<a href="http://www.ludusluderia.com.br">www.ludusluderia.com.br</a>)<br />
Joga Sampa (SP) – evento mensal que ocorre no Bob’s da Av. Bandeirantes (<a href="http://www.jogasampa.com.br">www.jogasampa.com.br</a>)<br />
Castelo das Peças (RJ) – evento mensal que ocorre no Sesc de Copacabana (<a href="http://www.ocastelodaspecas.com.br">www.ocastelodaspecas.com.br</a>)<br />
Torre das Peças (RJ) – evento mensal que ocorre no Spoleto de Botafogo (<a href="http://www.torredaspecas.blogspot.com">www.torredaspecas.blogspot.com</a>)<br />
Spaghetti das Peças (RJ) &#8211; evento semanal também no Spoleto de Botafogo (<a href="http://www.spaghettidaspecas.blogspot.com">www.spaghettidaspecas.blogspot.com</a>)<br />
  <br />
Sites com informações sobre jogos de tabuleiro:<br />
 <br />
<a href="http://www.boardgamegeek.com">www.boardgamegeek.com</a> – reúne uma base de dados com inacreditáveis 49 mil jogos!<br />
<a href="http://www.boardgamenews.com">www.boardgamenews.com</a> – noticias e resenhas sobre jogos e lançamentos<br />
<a href="http://www.brettspielwelt.de/?nation=en">www.brettspielwelt.de/?nation=en</a> – misto de comunidade e “meta game” onde é possível jogar online mais de 40 jogos<br />
<a href="http://www.ilhadotabuleiro.com.br">www.ilhadotabuleiro.com.br</a> – misto de site de conteúdo e rede social focada na troca de informações sobre jogos, eventos e temas relacionados<br />
<a href="http://www.eaitemjogo.blogspot.com">www.eaitemjogo.blogspot.com</a>  – blog com resenhas sobre jogos e encontros no Rio de Janeiro<br />
 <br />
Listas:<br />
 <br />
<a href="http://br.groups.yahoo.com/group/BoardGamers-BR/">http://br.groups.yahoo.com/group/BoardGamers-BR/</a><br />
<a href="http://games.groups.yahoo.com/group/bg-rj/">http://games.groups.yahoo.com/group/bg-rj/</a></p>
<div class="evernoteSiteMemory"><a href="javascript:" onclick="Evernote.doClip({title: 'Jogos de tabuleiro, um \&quot;test drive\&quot; para empreendedores on Gestão Singular',url: 'http://www.gestaosingular.com.br/blog/jogos-de-tabuleiro-um-test-drive-para-empreendedores',contentID: 'post-1025',suggestTags: 'Estratégia,games,gestão de empresas,oportunidade de negócios,pequenas e médias empresas,PME,recursos humanos,SMB,start-up,startup',providerName: 'Gestão Singular',styling: 'text' });return false" class="evernoteSiteMemoryLink"><img src="http://static.evernote.com/article-clipper.png" class="evernoteSiteMemoryButton" />
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		<title>A era do extra</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Nov 2010 15:29:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Ribenboim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Sadly, average is over. We’re in the age of ‘extra’”, Thomas Friedman. Há alguns meses, escrevi sobre o quanto uma empresa brasileira tem a ganhar fazendo um pouco mais que a média. Meu objetivo era apontar que, no Brasil, qualidade pode ser um forte diferencial competitivo frente a uma concorrência que, em média, é muito [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.gestaosingular.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/11/wpid-extra-extra-paper-2010-11-8-13-29.jpg" alt="wpid-extra-extra-paper-2010-11-8-13-29.jpg" width="150" height="132" />“<em>Sadly, average is over. We’re in the age of ‘extra’</em>”, Thomas Friedman.</p>
<p>Há alguns meses, escrevi sobre o quanto uma empresa brasileira tem a ganhar fazendo <a href="http://www.gestaosingular.com.br/blog/um-pouco-melhor-que-a-media">um pouco mais que a média</a>. Meu objetivo era apontar que, no Brasil, qualidade pode ser um forte diferencial competitivo frente a uma concorrência que, em média, é muito ruim.</p>
<p>Na semana passada, li <a href="http://www.nytimes.com/2010/10/24/opinion/24friedman.html?_r=2" target="_blank">este artigo</a> (em inglês) do Thomas Friedman (o autor do livro “O Mundo é Plano”)  que estende o conceito para os profissionais, competindo numa economia global, integrada e cada vez mais automatizada, como a que vivemos.</p>
<p>O que o Thomas Friedman defende é que <strong>o médio (serviços médios, produtos médios) acabou e estamos vivendo na era do extra</strong>, do acima da média.</p>
<p>Portanto, o extra vale para empresas, como vale para profissionais liberais e para qualquer funcionário de uma empresa: o garçom, a enfermeira, a “tia” da creche, a manicure, o lojista, o policial de trânsito, todos terão que descobrir o que é prestar seus serviços acima da média, o quê os diferencia, o quê os faz únicos.</p>
<p>Ainda do artigo do Thomas Friedman: “<em>&#8230; and everyone has to figure out what extra they can add to their work to justify being paid more than a computer, a Chinese worker or a day laborer.</em>”</p>
<p>Alexandre Ribenboim.</p>
<div class="evernoteSiteMemory"><a href="javascript:" onclick="Evernote.doClip({title: 'A era do extra on Gestão Singular',url: 'http://www.gestaosingular.com.br/blog/a-era-do-extra',contentID: 'post-1017',suggestTags: 'ação,atendimento ao cliente,atendimento ao consumidor,Crescimento,pequenas e médias empresas,PME,profissionalismo,Qualidade,recursos humanos,Relacionamento,SMB,start-up,startup,Sustentabilidade,Vendas',providerName: 'Gestão Singular',styling: 'text' });return false" class="evernoteSiteMemoryLink"><img src="http://static.evernote.com/article-clipper.png" class="evernoteSiteMemoryButton" />
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		<title>9+2 iniciativas das empresas conectadas</title>
		<link>http://www.gestaosingular.com.br/blog/92-iniciativas-das-empresas-conectadas</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Oct 2010 13:13:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Ribenboim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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<p><img src="http://www.gestaosingular.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/10/wpid-ecommerce-1-2010-10-5-16-13.jpg" alt="wpid-ecommerce-1-2010-10-5-16-13.jpg" width="151" height="125" /><span style="font-size: 10pt;">“<em>Meu Deus!!! Vida virtual dá um trabalho&#8230; <img src='http://www.gestaosingular.com.br/wp/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </em>”, Cora Rónai, via Twitter</span></p>
<p>A internet criou muitas oportunidades e canais de marketing, comunicação e relacionamento com clientes, fornecedores, parceiros e com toda a sociedade. Por outro lado, toda grande oportunidade deve vir acompanhada de investimentos, zelo, cautela e responsabilidade. Quando se trata de criar e garantir a imagem de uma empresa na rede, estes cuidados ganham dimensões ainda mais importantes.</p>
<p>Quando a web surgiu, bastava ter um website e responder aos emails que chegavam pelo <em>faleconosco</em> para uma empresa ser considerada “conectada”. Usufruir da internet, mais ou menos, se resumia a isto.</p>
<p>Hoje a coisa anda bem mais complexa, como pode ser visto no pequeno guia abaixo, com as 9+2 iniciativas que uma empresa deve realizar para usar a internet como ferramenta de marketing e relacionamento:</p>
<p>1- <strong>Investir em SEO</strong> <strong>e SEM</strong> para que o website seja encontrado e bem indexado pelas ferramentas de busca (SEO &#8211; <em>search engine optimization</em>) e, pró-ativamente, atrair visitantes através dos chamados links patrocinados (SEM &#8211; <em>search engine marketing</em>).</p>
<p>2- <strong>Listar produtos e serviços nas buscas de preços e promoção </strong>- Especialmente se o produto ou serviço é voltado ao consumidor e adequado ao comércio eletrônico, a empresa deve firmar acordos com os sites de busca por menor preço, como o BuscaPé, e divulgar promoções nas ferramentas de compras coletivas, como o Imperdível ou o Peixe Urbano. </p>
<p>3- <strong>Produzir conteúdo  </strong>- Não basta publicar informações institucionais e catálogos de produtos e serviços no website e  aguardar a chegada dos clientes. Se uma empresa deseja ser relevante na internet, deve investir naquilo que é a base da rede: informação. A produção de conteúdo relevante para os seus clientes e, com isto, a criação de sua própria comunidade, é o caminho a seguir. Veja <a href="http://www.gestaosingular.com.br/blog/conteudo-e-tudo">este post</a> sobre o tema.</p>
<p>4- <strong>Criar plataformas</strong> &#8211; Produzir conteúdo implica em desenvolver os meios, as plataformas, para publicar e criar a comunidade de interessados nos conteúdos. Dois exemplos de plataformas são: um blog e um twitter. Mais sobre plataformas, <a href="http://www.gestaosingular.com.br/blog/campanhas-efemeras-relacionamentos-perenes">aqui</a>.</p>
<p>5- <strong>Enviar newsletters </strong>- Se a empresa produz conteúdos relevantes ou se elabora promoções interessantes, ela poderá criar sua própria <em>newsletter</em> &#8211; uma ferramenta de marketing direto &#8211; e pedir permissão para enviar emails para a caixa postal dos interessados.</p>
<p>Como já dá para perceber, a produção de conteúdo relevante funciona como catalizadora de diversas iniciativas. No caso específico da <em>newsletter</em>, o conteúdo funciona como uma espécie de licença para enviar algo para a caixa postal dos consumidores. Sem conteúdo a <em>newsletter</em> não passa de um <em>spam</em> (campanha de email não solicitada). </p>
<p>6- <strong>Produzir vídeos e imagens </strong>- O website pode ser enriquecido com alguns vídeos, tais como: comerciais, demonstrações do produto ou serviço e testemunhais de clientes. Esses vídeos podem ser agrupados num canal no YouTube. Da mesma forma, fotos e outras imagens podem ser publicadas num álbum do Flickr.</p>
<p>7- <strong>Participar das comunidades abertas</strong> &#8211; Não há como ignorar a importância crescente das comunidades virtuais. Uma empresa deve, então, criar sua página de fãs no Facebook, seu registro no LinkedIn, seu grupo no Orkut e em todas as demais redes sociais que estejam atraindo público no momento.</p>
<p>8- <strong>Se localizar nos mapas</strong> &#8211; Assim como as comunidades, recursos de geolocalização estão cada vez mais relevantes na rede. Para ser localizada pelos usuários dessas ferramentas, a empresa deve cadastrar seus endereços &#8211; da sede, filiais ou lojas. Algumas são ferramentas como o Google Maps, outras são verdadeiras redes sociais, como o Foursquare e o Gowalla.</p>
<p>9- <strong>Controlar a visitação</strong> &#8211; Não basta fazer todo este esforço sem medir o resultado. Para tal, existem algumas ferramentas bem conhecidas com o Google Analytics.</p>
<p>Ufa! Parece muito trabalho, não? Mas não acaba por aí. O que listei acima são os recursos que estão sob o controle da empresa. Agora temos que descrever o que não está sob seu controle, continuando&#8230;</p>
<p>“<em>Indians believe your sins will be punished in next life. Internet punishes your sins right now.</em>”, Chris Anderson, da revista Wired.</p>
<p>Muita gente criando conteúdo, publicando suas impressões, suas críticas, suas dúvidas, sugestões, fazendo perguntas e respondendo, isto é o que ocorre a todo instante nos blogs e redes sociais.</p>
<p>A mensagem não é mais estática, como uma empresa gostaria que fosse o seu reclame: claro, preciso, objetivo, que levasse o consumidor ao desejo e à compra. Hoje a mensagem é dinâmica, viva, suscetível a todos os riscos e transformações no seu caminho, no seu ciclo de vida.</p>
<p>Uma empresa que deseje estar conectada deve começar por compreender a força da informação que ela não controla, seja de si, seja de seus concorrentes, seja do mercado em que atua e do mundo em que prospera.</p>
<p>10- <strong>Conhecer a sua reputação &#8211; </strong>Para começar, a empresa deve tentar conhecer, pois controlar é impossível, a sua reputação nas principais redes sociais que existem por aí. Escutar o que se fala no Twitter, Facebook, LinkedIn, Yahoo! Respostas, Google Buzz, YouTube e nos demais canais relevantes para o seu negócio é fundamental. Em especial, a empresa precisa se preocupar com os sites que buscam reunir exatamente as resenhas (críticas e elogios também) sobre empresas, produtos e serviços, como é o caso do Yelp, site líder nos EUA neste segmento. No Brasil, ainda não temos um site líder em resenhas, mas logo aparecerá um.</p>
<p>11- <strong>Se relacionar com os “seguidos”</strong> &#8211; O que o pessoal de marketing chama de <em>opinion makers</em>, na rede são os usuários que produzem muito conteúdo e que, com isto, são lidos ou seguidos, às vezes, por milhares de outros usuários. Uma empresa deve manter relacionamentos ativos com esses blogueiros e twitteiros que se interessam pelo tema dos seus negócios, uma iniciativa puramente de relações públicas.</p>
<p>No início da internet, cheguei a ver empresas que decidiam não abrir o canal de email <em>faleconosco</em>, pois não tinham estrutura para se comprometer com a resposta aos emails. O mundo avançou uns 15 anos e agora o buraco é bem mais embaixo. A Cora Rónai tem razão, vida virtual dá o maior trabalho!</p>
<p>Alexandre Ribenboim. </p>
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		<title>Sócio e executivo não se misturam</title>
		<link>http://www.gestaosingular.com.br/blog/socio-e-executivo-nao-se-misturam</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Sep 2010 15:58:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Ribenboim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como se forma o quadro societário e de executivos de uma pequena empresa ou startup? Muitas vezes, a startup é pensada por um grupo de amigos, que resolvem montar o negócio juntos. Todos viram sócios e dividem as tarefas executivas entre si. Um pouco mais para frente, empresas pequenas se deparam com a falta de [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.gestaosingular.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/09/wpid-1511413221_af1fe56b5e-1-2010-09-29-12-582.jpg" alt="wpid-1511413221_af1fe56b5e-1-2010-09-29-12-582.jpg" width="162" height="121" />Como se forma o quadro societário e de executivos de uma pequena empresa ou <em>startup</em>?</p>
<p>Muitas vezes, a <em>startup</em> é pensada por um grupo de amigos, que resolvem montar o negócio juntos. Todos viram sócios e dividem as tarefas executivas entre si.</p>
<p>Um pouco mais para frente, empresas pequenas se deparam com a falta de dinheiro para contratar executivos, junto com uma crescente necessidade por profissionais mais experientes. Impasse que pode ser resolvido com executivos que topam se tornar sócios, trocando parte do que deveria ser uma remuneração “de mercado”, alta para o caixa da empresa, por quotas da sociedade.</p>
<p>Outras vezes, duas os mais empresas se fundem e os sócios de uma e das outras, passam a ser sócios entre si, mantendo-se como executivos da organização maior.</p>
<p>No fim, empresas pequenas e <em>startups</em> acabam por ter alguns sócios que são também executivos, que trabalham na operação do negócio.</p>
<p>Até aí, tudo bem, desde que essas pessoas saibam separar o papel do sócio do papel do executivo, pois, o poder do sócio, do ponto de vista da governança da empresa, é diferente do poder do executivo, a alçada de atuação do sócio é diferente da alçada de atuação do executivo.</p>
<p>Para exemplificar o efeito danoso da mistura de papéis, pense em como os funcionários, não sócios, reagem quando percebem que um executivo-sócio impõe sua condição de sócio quando entra em conflito com alguém? Isto prejudica a confiança que os funcionários depositam na empresa, no profissionalismo da gestão e no futuro do negócio, corroendo o valioso comprometimento que deve ser cultivado na equipe. </p>
<p>Para separar os dois papéis crie processos e fóruns que identifiquem, claramente, quem está atuando em cada momento: “Você está falando como sócio ou como executivo?” Algo como se cada sócio-executivo tivesse dois bonés, um de sócio, outro de executivo e, naturalmente, somente um boné pode ser usado por vez. Em alguns momentos o boné de sócio não pode ser usado, em outros, como numa reunião do conselho de sócios, o boné de executivo não entra.</p>
<p>Alexandre Ribenboim.</p>
<p>PS.: Este assunto fica ainda mais interessante quando lembramos que um executivo pode ser demitido, se não estiver agregando valor para a empresa, ou se ela não puder continuar mantendo a sua remuneração, portanto, a parte “executiva” de um sócio-executivo pode também ser demitida.</p>
<div class="evernoteSiteMemory"><a href="javascript:" onclick="Evernote.doClip({title: 'Sócio e executivo não se misturam on Gestão Singular',url: 'http://www.gestaosingular.com.br/blog/socio-e-executivo-nao-se-misturam',contentID: 'post-1008',suggestTags: 'comando,gestão de empresas,Governança,lider,Organização,pequenas e médias empresas,PME,poder,Processo,profissionalismo,recursos humanos,SMB,sociedade,socio,start-up,startup',providerName: 'Gestão Singular',styling: 'text' });return false" class="evernoteSiteMemoryLink"><img src="http://static.evernote.com/article-clipper.png" class="evernoteSiteMemoryButton" />
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		<title>Vender ou se preparar para vender?</title>
		<link>http://www.gestaosingular.com.br/blog/vender-ou-se-preparar-para-vender</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Sep 2010 16:59:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Ribenboim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Eu me preparei tanto para viver que fiquei no rascunho.”, Fabrício Carpinejar. Um produto ou serviço pode, sempre, ser aprimorado. Sempre podemos estar mais preparados para atender os clientes, vender melhor, entregar com mais qualidade, não furar prazos. Mas quando isto termina? Qual é o limite? Algo semelhante ocorre quando você vai se mudar para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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<p><img src="http://www.gestaosingular.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/09/wpid-rascunho_layout_ex2-2010-09-27-13-59.gif" alt="wpid-rascunho_layout_ex2-2010-09-27-13-59.gif" width="143" height="141" />“<em>Eu me preparei tanto para viver que fiquei no rascunho.</em>”, Fabrício Carpinejar.</p>
<p>Um produto ou serviço pode, sempre, ser aprimorado. Sempre podemos estar mais preparados para atender os clientes, vender melhor, entregar com mais qualidade, não furar prazos. Mas quando isto termina? Qual é o limite? </p>
<p>Algo semelhante ocorre quando você vai se mudar para um apartamento novo. Quando o apartamento estará 100% pronto? Se você fica esperando pelos 100%, nunca vai se mudar! Nestes casos, o melhor é fazer justo o contrário, mude-se logo, desde que o banheiro esteja funcionando e a obra pesada já tenha acabado, sem cortina, com o colchão, mas sem a cama, pois nada melhor que viver a necessidade dos ajustes finais para ordenar o que deve ser feito e fazer acontecer.</p>
<p>Nas <em>startups</em> e pequenas empresas se você for ajeitar tudo, arrumar tudo, organizar tudo, seu produto ou serviço, na sua visão, nunca estará pronto.</p>
<p>O mais importante é a receita entrar logo, pois junto com ela vem a necessidade real do seu cliente. Daí as prioridades aparecem e entregar tem prazo, tem contrato, tem cliente. </p>
<p>Portanto, pergunte-se: o que é mais importante vender ou ter um produto ou serviço 100% pronto para sair às vendas?</p>
<p>Alexandre Ribenboim.</p>
<div class="evernoteSiteMemory"><a href="javascript:" onclick="Evernote.doClip({title: 'Vender ou se preparar para vender? on Gestão Singular',url: 'http://www.gestaosingular.com.br/blog/vender-ou-se-preparar-para-vender',contentID: 'post-1002',suggestTags: 'ação,Crescimento,pequenas e médias empresas,PME,Produto,SMB,start-up,startup,Vendas',providerName: 'Gestão Singular',styling: 'text' });return false" class="evernoteSiteMemoryLink"><img src="http://static.evernote.com/article-clipper.png" class="evernoteSiteMemoryButton" />
				</a>				<div class="evernoteSiteMemoryClear">&nbsp;</div>
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		<title>O futuro do seu trabalho está na rede</title>
		<link>http://www.gestaosingular.com.br/blog/o-futuro-do-seu-trabalho-esta-na-rede</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 14:30:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Ribenboim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Um corpo em movimento, mantém-se em movimento. Um corpo parado fica obsoleto.&#8220;, Sally Hogshead. Você trabalha com conhecimento e informação? Então, este artigo lhe diz respeito, pois no futuro próximo o seu trabalho mudará profundamente. Siga a leitura&#8230; Pouco a pouco, o modelo usado há dezenas de anos para empregar trabalhadores do conhecimento vai deixando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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<p><img src="http://www.gestaosingular.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/wpid-o_futuro_do_trabalho-2010-08-18-11-303.jpeg" alt="wpid-o_futuro_do_trabalho-2010-08-18-11-303.jpeg" width="119" height="158" />&#8220;<em>Um corpo em movimento, mantém-se em movimento. Um corpo parado fica obsoleto.</em>&#8220;, Sally Hogshead.</p>
<p>Você trabalha com conhecimento e informação? Então, este artigo lhe diz respeito, pois no futuro próximo o seu trabalho mudará profundamente. Siga a leitura&#8230;</p>
<p>Pouco a pouco, o modelo usado há dezenas de anos para empregar trabalhadores do conhecimento vai deixando de ser a única opção de organização do trabalho: confinar trabalhadores em cubículos, separados por departamentos, controlar jornadas de trabalho através de máquinas ou formulários de ponto e remunerar com salários fixos no fim do mês, não desaparecerá, mas outra opção ganhará terreno.</p>
<p>Não estou me referindo ao <em>homeoffice,</em> que apenas rompe as barreiras físicas da empresa, colocando o trabalhador em casa, mas mantendo a mesma estrutura hierárquica de sempre, só que com mais reuniões por telefone. O que se aproxima no horizonte é uma opção de relação de trabalho que remunera pela produtividade e não pelo tempo e presença física do trabalhador. </p>
<p>Este novo modelo usufrui ao máximo da rede e é identificado por uma grande mobilidade na estrutura montada para a execução das coisas, o que vamos chamar de projetos.</p>
<p>Estruturas são montadas para executar um projeto e desmontadas logo após o fim do projeto. Novas montagens acontecem com outras pessoas e, assim, sucessivamente. Estruturas são criadas sob medida, com as competências que conferem qualidade ao projeto, e não por que, segundo o organograma, a responsabilidade é da área tal, do departamento tal ou do gerente tal.</p>
<p>Essas estruturas rompem a barreira do crachá, compreendendo não apenas as pessoas que fazem “parte” da organização, mas também aquelas que estão fora dela, inclusive a um oceano de distância, em outro fuso horário, falando outra língua, sempre na direção da competência, da produtividade ou, porque não assumir logo, do menor custo.</p>
<p>As ferramentas para tornar tudo isto viável já estão por aí. Desde o mais prosaico IM (<em>instant messenger</em>) até os mais sofisticados sistemas de gestão de trabalho colaborativo, que integram essas equipes com todos os modernos recursos inventados e aprimorados na experiência global das redes sociais.</p>
<p>A nova geração de trabalhadores do conhecimento &#8211; consultores, publicitários, designers, redatores, programadores, assistentes pessoais, advogados, tradutores, pesquisadores, músicos, atendentes de <em>call center</em>, gestores de projetos, etc. &#8211; já está vindo com o DNA das redes sociais no sangue. Essa turma não vai precisar de treinamento para trabalhar em equipes com gente que nunca se viu na vida.</p>
<p>Um bom exemplo deste novo arranjo de trabalho pode ser encontrado no serviço <a href="http://www.odesk.com">oDesk</a>. O oDesk é um balcão de venda de serviços remotos que oferece mão de obra qualificada (da Índia, da Rússia, não importa de onde) mas com garantia de entrega. O serviço serve tanto para expor quem quer contratar um serviço, quanto para quem quer vender seu trabalho. Já há mais de 90 tipos de serviços à disposição.</p>
<p><span style="letter-spacing: 0.00pt;">Vamos analisar um caso simples? Um cliente meu precisava contratar um serviço de informática para a conversão de um arquivo de um formato em outro e consultou uma empresa brasileira de desenvolvimento de software que apresentou um orçamento de R$ 1.500 e 10 dias de trabalho para resolver o caso. Não satisfeitos, eles recorreram ao oDesk e montaram uma pequena concorrência. Como resposta, receberam 6 propostas, uma delas de um brasileiro. Os orçamentos das propostas variavam entre USD 50 e USD 180. Ganhou um programador da Tunísia, que comprovou ser um especialista no assunto e desenvolveu a solução em 6 horas por um custo de USD 80, mais USD 10 para pagar o serviço da oDesk.</p>
<p>A facilidade e o custo da solução (USD 13,3 por hora) que este cliente encontrou na rede é de assustar.</span> Prepare-se!</p>
<p>Para o profissional, isto tudo significa ser mais empreendedor que trabalhador e tomar para si as rédeas do seu futuro. Significa “jogar nas 11 posições”, ou seja, criar e afinar seu “produto” e discurso de venda, marquetear-se como especialista, cuidar da sua reputação na rede, se fazer lembrar, prospectar, participar de concorrências, preparar propostas, negociar, vender, desenvolver e entregar, prestar serviços de suporte, cobrar, administrar financeiramente a sua empresa individual, pensar na sua aposentadoria e pagar seu plano e seguro de saúde. Ufa.</p>
<p>Para a empresa significa ter coragem, ter peito para fazer a mudança do modelo tradicional do organograma por departamento, para um arranjo em rede que busque competência, produtividade, eventualmente menor preço e, possivelmente, seja mais criativo e inovador do que aquele funcionário, parado logo ali, pode oferecer.</p>
<p>Coragem!</p>
<p>Alexandre Ribenboim.</p>
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		<title>Antes a receita, depois a despesa</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 12:44:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Ribenboim</dc:creator>
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<p><img src="http://www.gestaosingular.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/wpid-perdiz_patamares_740-2010-08-13-09-441.jpg" alt="wpid-perdiz_patamares_740-2010-08-13-09-441.jpg" width="151" height="95" />”<em>Se você não consegue alimentar uma equipe com duas pizzas, ela já está muito grande.</em>”, Jeff Bezos (Amazon)</p>
<p>Um dos mais importantes mandamentos que devemos seguir é sempre preceder a receita da despesa.</p>
<p>Normalmente, a receita de uma empresa cresce em patamares. Em um mês fatura-se mais que o outro, no mês seguinte um pouco menos, e assim sucessivamente. Mas, após uns meses, a curva de crescimento da receita encontra-se em um novo patamar, cujo valor mínimo não é mais rompido. Isto enquanto a economia estiver “comportada” e a empresa estiver fazendo o dever de casa corretamente, entregando com qualidade o que promete.</p>
<p>Cada venda deve ser comemorada, e muito, mas devemos ser conservadores e sempre nos perguntar se esta venda é casual, um “ponto fora da curva”, ou se ela faz parte de um novo patamar de receitas.</p>
<p>Se a venda for casual, recomendo que a empresa seja conservadora e não aumente a despesa recorrente, contando com a contratação de serviços terceirizados a custo variável, mesmo que mais caros.</p>
<p>No entanto, se a empresa encontra-se em um novo patamar, daí sim, pode-se pensar em crescer e aumentar as despesas recorrentes com a contratação de mais pessoal, aumento da área dos escritórios, contratação de serviços permanentes, etc.</p>
<p>Isto é o mesmo que fazemos na nossa vida pessoal, não alugamos um apartamento maior e melhor localizado antes de ter certeza que podemos contar com o salário por um tempo razoável. </p>
<p>Em qualquer tempo, antes vem a receita (recorrente), depois a despesa (recorrente).</p>
<p>Alexandre Ribenboim.</p>
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		<title>Crescimento X custo</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 12:44:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Ribenboim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[”Além de ir para o inferno só tenho medo de uma coisa: juros bancários.”, Millôr Fernandes. A tua empresa está experimentando uma fase de crescimento acelerado? Você sente que as oportunidades estão “lá fora” e que deve agir rápido para aumentar a tua fatia de mercado? Você está vendendo mais do que é capaz de [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.gestaosingular.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/wpid-custos-2010-08-4-09-446.png" alt="wpid-custos-2010-08-4-09-446.png" width="150" height="113" />”<span style="font-size: 10pt;"><em>Além de ir para o inferno só tenho medo de uma coisa: juros bancários.</em>”, Millôr Fernandes.</p>
<p></span>A tua empresa está experimentando uma fase de crescimento acelerado? Você sente que as oportunidades estão “lá fora” e que deve agir rápido para aumentar a tua fatia de mercado? Você está vendendo mais do que é capaz de atender? Esses e outros indícios apontam para um período em que o teu foco deve ser em crescer forte e se preocupar menos com o controle ou a redução dos custos.</p>
<p>Exemplos do que quero dizer com dar foco no crescimento: conte com uma empresa de seleção e recrutamento para lhe ajudar com o aumento do pessoal, contrate melhores recursos para dar conta de entregar, com qualidade, o que você está vendendo, ande de taxi para chegar mais rápido, seja menos seletivo em termos de preço, e mais em termos de qualidade, gaste mais em comunicação.</p>
<p>Ora ora, mas o que é isto? Logo eu que vivo preocupado com os custos!</p>
<p>Pois é&#8230; nesses momentos de forte crescimento, preocupar-se em controlar e reduzir custos é contraprodutivo pois, muitas iniciativas de redução de custos e de crescimento são conflitantes entre si.</p>
<p>Depois de passado o período de crescimento acelerado, devemos logo voltar a nos preocupar com os custos e sanear as contas da empresa, torná-la preparada para um período de estagnação ou de crescimento lento.</p>
<p>Não leia este <em>post </em>como uma licença para posturas perdulárias e irresponsáveis, ele traz apenas a consciência de que temos que focar no que é mais importante no momento de crescimento.</p>
<p>Alexandre Ribenboim.</p>
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