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	<title>Gestão Singular</title>
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		<title>Loteamento de vagas</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 13:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Ribenboim</dc:creator>
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<p style="text-align: left"><img src="http://www.gestaosingular.com.br/wp/wp-content/uploads/2012/04/wpid-vagas-2012-04-18-10-001.jpg" alt="wpid-vagas-2012-04-18-10-001.jpg" width="186" height="157" />Ainda sobre o tema do <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.gestaosingular.com.br/blog/as-contratam-as-bs-contratam-cs">post anterior</a></span>, que afirmava que uma empresa deve sempre buscar contratar bons profissionais (As) no lugar de profissionais médios ou inexperientes (Bs e Cs), há um ponto a acrescentar.</p>
<p>Parece óbvio que a nossa política de contratação deveria privilegiar, ou ainda mais enfaticamente, não aceitar contratar alguém que não fosse altamente qualificado para o cargo que se deseja preencher, mas normalmente não é assim que funciona.</p>
<p>Muitas vezes o problema do preenchimento das vagas de uma empresa por profissionais pouco qualificados não está no processo de contratação, mas sim na oferta de mão de obra. Explico, com um exemplo.</p>
<p>Se você falar com qualquer empresa de desenvolvimento de software aqui no Rio de Janeiro vai escutar o seguinte discurso: “Estamos com X vagas abertas para programadores e não conseguimos encontrar pessoal bom no mercado”. </p>
<p>Estamos vivendo uma grave crise de oferta de mão de obra qualificada aqui no Brasil. Em muitas disciplinas as nossas universidades não conseguem formar profissionais na mesma taxa em que o mercado os absorve e, em geral, a qualidade da mão de obra recém formada é muito ruim.</p>
<p>Seja como for, às vezes não há alternativa para a empresa a não ser “lotear” suas vagas com pessoal mal formado e com pouca experiência.</p>
<p>Neste caso, minha recomendação é que a empresa invista muito em treinamento, buscando melhorar a qualificação destes profissionais para torná-los mais autônomos e conscientes da necessidade de entregar qualidade nas suas obrigações.</p>
<p>Alexandre Ribenboim.</p>
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		<title>As contratam As. Bs contratam Cs.</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 11:24:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Ribenboim</dc:creator>
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<p style="text-align: left"><img src="http://www.gestaosingular.com.br/wp/wp-content/uploads/2012/04/wpid-team-1-2012-04-16-08-24.jpg" alt="wpid-team-1-2012-04-16-08-24.jpg" width="140" height="117" />Bons profissionais, bem formados, experientes e competentes naquilo que fazem (As), trazem muito mais valor do que os profissionais médios, mal qualificados e inexperientes (Bs e Cs).</p>
<p>O efeito disto é importante, como aponta o título do post. Se mantiver a política de só contratar As, a empresa terá um time de primeira no lugar de descer a ladeira com Bs e daí Cs. Contratar pessoas com pouca qualificação sacrifica qualidade, aumenta a necessidade de processos e a pressão sobre a gerência (em outras palavras, quem sofre é você, empreendedor) e, consequentemente, reduz lucros.</p>
<p>Mas, naturalmente, As custam mais caro do que Bs e Cs. Então, como fazer para contratá-los se nossa margem já é baixa?</p>
<p>Uma saída seria trocar dois (Bs ou Cs) por um (A). Ou mesmo 10 por um &#8211; não é raro escutar que em desenvolvimento de sistemas um bom programador vale mais que 10 programadores médios!</p>
<p>Outra alternativa consiste em avaliar se a sua oferta de produtos e serviços não tem coisas demais, como por exemplo negócios deficitários ou com margens baixas. Que tal descontinuar esses negócios, reduzir o time para ficar somente com os As e se concentrar em fazer melhor aquilo que traz mais resultado?</p>
<p>Deixo a pergunta como uma provocação.</p>
<p>Alexandre Ribenboim.</p>
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		<title>Quanto vale um empreendedor?</title>
		<link>http://www.gestaosingular.com.br/blog/quanto-vale-um-empreendedor</link>
		<comments>http://www.gestaosingular.com.br/blog/quanto-vale-um-empreendedor#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 15:11:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Ribenboim</dc:creator>
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<p style="text-align: left"><img src="http://www.gestaosingular.com.br/wp/wp-content/uploads/2012/03/wpid-http___tecnologia.culturamix.com_blog_wp-content_uploads_2011_04_maneiras-simples-para-acelerar-uma-conexao-lenta-a-internet-2.jpg-2012-03-28-12-11.jpg" alt="wpid-http___tecnologia.culturamix.com_blog_wp-content_uploads_2011_04_maneiras-simples-para-acelerar-uma-conexao-lenta-a-internet-2.jpg-2012-03-28-12-11.jpg" width="200" height="207" />&#8220;<em>Numa start-up, absolutamente nada acontece a menos que você faça acontecer.</em>&#8220;, Marc Andreessen.</p>
<p style="text-align: left">A <a href="http://ycombinator.com">Y Combinator</a> é uma aceleradora de empresas de internet que atua desde 2005. Acelerar uma empresa significa ajudá-la a ultrapassar as barreiras, que se apresentam logo no princípio da vida de uma nova empresa, de forma intensa e em poucos meses, diferente dos longos processos das incubadoras, que podem levar alguns anos.</p>
<p style="text-align: left">O que uma aceleradora faz é aportar conhecimento, melhores práticas, suporte legal, governança e também algum dinheiro para melhor estruturar a start-up, aumentando a chance de sobrevivência no período inicial, extremamente delicado no ciclo de vida das empresas.</p>
<p style="text-align: left">No final do processo de aceleração, que no caso da Y Combinator (YC) dura 3 meses, a empresa tem a chance de fazer uma apresentação para investidores e, com isto, receber aportes para as próximas fases.</p>
<p style="text-align: left">Os empreendedores saem da aceleradora com uma empresa arrumada, a Y Combinator fica com uma pequena participação acionária da start-up e os investidores apostam numa empresa com um selo importante, o que lhes traz mais confiança. Todos saem ganhando.</p>
<p style="text-align: left">O modelo da YC já foi adotado em outros lugares dos EUA e do mundo, não só para acelerar empresas de internet mas também em outras indústrias. Aqui no Brasil o modelo está sendo muito bem realizado pela aceleradora <a href="http://21212.com/">21212</a>, como pude testemunhar no evento para investidores há duas semanas, onde 8 empresas fizeram suas apresentações.</p>
<p style="text-align: left">Fazer parte do grupo de empresas da aceleradora exige passar por um processo de seleção e, neste processo, a YC está em busca de empreendedores que façam acontecer, mesmo que não acreditem no projeto que está sendo apresentado. O mais importante não é a ideia, mas sim o empreendedor. Interessante!</p>
<p style="text-align: left">Pois não é que a Y Combinator levou este conceito ao extremo e está agora selecionando empreendedores sem projetos, sem ideias, somente por suas características pessoais e profissionais? O sujeito se apresenta no processo de seleção apenas como ele mesmo: “Oi, eu sou empreendedor, mas não sei ainda do quê…”</p>
<p style="text-align: left">Mais interessante ainda, não? E, de quebra, demonstra como este mundo de internet ainda está produzindo ideia em cima de ideia, numa cadeia aparentemente sem fim.</p>
<p style="text-align: left">E você, poderia ser um empreendedor da Y Combinator? A propósito, a 21212 está aceitando inscrições para a segunda turma. Corre lá!</p>
<p style="text-align: left">Alexandre Ribenboim.</p>
<p style="text-align: left">PS: Em tempo, algumas empresas que passaram pela Y Combinator: Dropbox, Reddit, Scribd e Posterous, entre outras 376 start-ups.</p>
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		<title>As duas principais contribuições de Steve Jobs</title>
		<link>http://www.gestaosingular.com.br/blog/as-duas-principais-contribuicoes-de-steve-jobs</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 14:26:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Ribenboim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[”Eu estou convencido de que perto de metade do que separa empreendedores de sucesso de empreendedores fracassados é pura perseverança.”, Steve Jobs. Recentemente, preparei uma aula sobre o Steve Jobs para a Casa do Saber Rio. Li toneladas de artigos, assisti a horas de documentários, além de estudar a biografia escrita pelo jornalista Walter Isaacson [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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		</div>
<p style="text-align: left"><img src="http://www.gestaosingular.com.br/wp/wp-content/uploads/2012/03/wpid-skitched-20120326-111240-2012-03-26-11-26.jpg" alt="wpid-skitched-20120326-111240-2012-03-26-11-26.jpg" width="200" height="159" />”<em>Eu estou convencido de que perto de metade do que separa empreendedores de sucesso de empreendedores fracassados é pura perseverança</em>.”, Steve Jobs.</p>
<p style="text-align: left">Recentemente, preparei uma aula sobre o Steve Jobs para a Casa do Saber Rio. Li toneladas de artigos, assisti a horas de documentários, além de estudar a biografia escrita pelo jornalista Walter Isaacson e o livro Inside Apple, de Adam Lashinsky.</p>
<p style="text-align: left">Ao longo de toda a pesquisa, procurei encontrar quais eram as principais contribuições que o Jobs trouxe ao mundo, além do iPhone, iPad, iPod, iTunes, iMac, ietc.</p>
<p style="text-align: left">Então, vamos lá, as duas principais contribuições do Mr. Jobs, fundador e ex-CEO da Apple:</p>
<p style="text-align: left"><strong>Tecnologia pode ser bacana para o restante de nós, os não <em>geeks</em></strong></p>
<p style="text-align: left">O Jobs percebeu antes (uns 30 anos antes) e insistiu, mesmo nos momentos mais difíceis da sua vida profissional, que a tecnologia podia e devia ser usada por consumidores não técnicos, daí devia ser simples, se possível transparente, acessível e até elegante.</p>
<p style="text-align: left">Basta uma análise superficial para notar que, ainda hoje, com todo o sucesso da Apple para demonstrar o caminho que Jobs abriu e demarcou de maneira tão clara, muitas empresas de tecnologia não entenderam o recado e continuam criando produtos complexos.</p>
<p style="text-align: left">Na Apple os designers têm poder, mais poder até do que os engenheiros. Os designers trabalham exaustivamente no produto e se preocupam com sua “usabilidade”, palavrinha feia que quer dizer mais ou menos facilidade uso. Já nas demais empresas de tecnologia, quem normalmente manda são os engenheiros e engenheiro gosta de coisa complexa, com perdão da generalização.</p>
<p style="text-align: left">Design para a Apple não é somente a aparência estética de um produto, design compreende tudo: funcionamento do produto, embalagem, linha de produção, logística de entrega, lojas sensacionais.</p>
<p style="text-align: left">Agora vamos para a segunda contribuição de Jobs:</p>
<p style="text-align: left"><strong>Foco incansável na experiência do usuário</strong></p>
<p style="text-align: left">Aqui, usuário é sinônimo de consumidor.</p>
<p style="text-align: left">Podemos reescrever a frase de uma forma mais conhecida: Uma empresa deve se preocupar com a qualidade dos seus produtos e serviços para o consumidor.</p>
<p style="text-align: left">Você, caro leitor, poderia então dizer: “<em>Ué?! Mas todas as empresas dizem que se preocupam com a qualidade, então esta não vale como contribuição do Jobs</em>”. Dizer e fazer são bem diferentes. A palavra “incansável” não está na frase por acaso. Como CEO da Apple, Steve Jobs era obsessivo por qualidade, obsessivo com a experiência do usuário.</p>
<p style="text-align: left">A Apple é conhecida (e muito criticada) por controlar o <em>hardware</em>, o sistema operacional, os aplicativos, os dispositivos que se conectam aos aplicativos. Este controle todo não faz parte de um projeto para dominar o mundo ou para ganhar rios de dinheiro, mas sim, para garantir que o usuário tenha uma experiência de qualidade do início ao fim. Dinheiro e reconhecimento da marca vêm como consequência.</p>
<p style="text-align: left">Empreendedor, pense nisto no seu dia a dia. Preocupe-se de forma incansável com a experiência do seu consumidor. Isto pode fazer a maior diferença frente aos seus competidores mediocres.</p>
<p style="text-align: left">Ahh, estas duas principais contribuições se unem na paixão que Steve Jobs tinha pelo seu trabalho. Fica aqui como uma provocação, mas será tema de um outro artigo.</p>
<p style="text-align: left">Alexandre Ribenboim.</p>
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		<title>O caminho do crescimento</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 13:42:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Ribenboim</dc:creator>
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<p><img src="http://www.gestaosingular.com.br/wp/wp-content/uploads/2011/03/wpid-http___www.casaconhecimento.com_.br_blog_wp-content_uploads_ferramentas.gif-2011-03-16-10-421.jpg" alt="wpid-http___www.casaconhecimento.com_.br_blog_wp-content_uploads_ferramentas.gif-2011-03-16-10-421.jpg" width="150" height="164" />&#8220;<em>Escala, escopo e velocidade. Se não estamos falando de escala, escopo e velocidade estamos sendo apenas amadores e diletantes.</em>&#8220;, Alex Steffen</p>
<p>O empreendedor, aquele que começa uma empresa do zero, se for competente em tirar sua ideia do papel e levar a empresa a crescer, mais cedo ou mais tarde, vai precisar de ajuda de outros profissionais para realizar este crescimento, pois é impossível fazer tudo sozinho!</p>
<p>A maneira mais fácil e que, aparentemente, envolve menos risco para o empreendedor, é contratar pessoas e colocá-las para responder diretamente para ele, no que podemos chamar de uma empresa com um organograma “flat”: o dono e o resto da equipe.</p>
<p>O menor risco desta alternativa, refere-se ao fato de que o empreendedor não precisa abrir mão do seu poder, mantendo o controle de tudo centralizado em si mesmo. A empresa acaba ganhando escala, mas este crescimento é limitado, pois ela não forma competências de gestão e, sim, um contigente de funcionários dependentes do dono para tudo.</p>
<p>Para, realmente, crescer e ganhar velocidade, a empresa terá que contratar ou formar gestores, capazes de tocar o negócio com competência e comprometimento, motivados por objetivos claros e capazes para, por sua vez, gerenciar pessoas, que, no futuro, estarão gerenciando outras pessoas. Este é o caminho do crescimento. </p>
<p><strong>Como posso amadurecer, como empreendedor, para me tornar um gestor de uma empresa capaz de crescer desta forma?<br />
</strong><br />
Em uma única frase: você deve fazer uso das ferramentas de gestão que, anos e anos de pesquisa sobre o funcionamento das organizações, nos legaram.</p>
<p>Comece por aqui&#8230;</p>
<p>- Elabore (coloque por escrito) a estratégia da sua empresa &#8211; onde queremos chegar como negócio? Fazendo o quê? Quais são os nossos diferenciais? Veja mais informações sobre estratégia <a href="http://www.gestaosingular.com.br/category/blog/estrategia">aqui</a>.<br />
- Desenhe o organograma da empresa e descreva, com razoável nível de detalhes, a responsabilidade de cada área e de cada pessoa, principalmente dos gerentes.<br />
- Elabore um plano de ação que aponte a empresa na direção da estratégia que você definiu. Este plano de ação deve ter as 5 a 7 iniciativas que, além das atividades do dia a dia, serão realizadas nos próximos 6 a 12 meses para fazer a empresa estar mais próxima dos seus objetivos estratégicos no final deste período. Veja mais sobre planos de ação <a href="http://www.gestaosingular.com.br/category/blog/planejamento">aqui</a>.<br />
- Determine, entre os seus gerentes, quem é o responsável por cada uma das ações, eventualmente, uma ou outra pode ficar sob a sua responsabilidade, mas você deve se forçar a distribuir ações para começar a compartilhar o controle.<br />
- Baseado no plano de ação, crie um plano de metas que distribua bônus para os gerentes e funcionários que baterem suas metas no fim do período.<br />
- Faça um desenho dos principais processos da empresa &#8211; um detalhamento dos processos ajuda a comunicar a responsabilidade de cada área e de cada pessoa e resolve problemas de “bolas divididas” ou de “tarefas sem dono”, mais sobre processos <a href="http://www.gestaosingular.com.br/category/blog/processo">aqui</a>.</p>
<p>Acho que já temos o suficiente, por hoje <img src='http://www.gestaosingular.com.br/wp/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Alexandre Ribenboim.</p>
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		<title>O líder competente</title>
		<link>http://www.gestaosingular.com.br/blog/o-lider-competente</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Mar 2011 13:44:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Ribenboim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Operação]]></category>
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		<description><![CDATA[“O líder serve as pessoas e não o contrário”, Beto Sicupira. Quantas vezes você já quis demitir um funcionário da sua empresa ou equipe por achá-lo incompetente? Não é raro ver um líder estressado com seus subordinados porque eles não realizam as suas tarefas da forma com que este líder espera. Nestes casos, afirmo, categoricamente, [...]]]></description>
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			</a>
		</div>
<p><img src="http://www.gestaosingular.com.br/wp/wp-content/uploads/2011/03/wpid-http___www.papeldeparede.fotosdahora.com_.br_wallpaper_06Esportes_06006escalada__escalada_03.JPG-2011-03-4-10-441.jpg" alt="wpid-http___www.papeldeparede.fotosdahora.com_.br_wallpaper_06Esportes_06006escalada__escalada_03.JPG-2011-03-4-10-441.jpg" width="160" height="118" />“<em>O líder serve as pessoas e não o contrário</em>”, Beto Sicupira.</p>
<p>Quantas vezes você já quis demitir um funcionário da sua empresa ou equipe por achá-lo incompetente?</p>
<p>Não é raro ver um líder estressado com seus subordinados porque eles não realizam as suas tarefas da forma com que este líder espera. Nestes casos, afirmo, categoricamente, que antes de se julgar a incompetência de alguém, o líder deve ter certeza de que foram oferecidos todos os recursos para esta pessoa desempenhar as suas tarefas, antes disto, ninguém deve ser demitido! Em outras palavras, o líder deve sempre refletir se não é parte do problema e, somente se tiver certeza que não é, seguir a via da demissão.</p>
<p>Será que você está sendo competente como líder da sua equipe?</p>
<p>Para você atuar como líder de uma empresa ou de uma equipe, por menor que seja, você deve se dedicar às tarefas de apoio aos seus subordinados, ou seja, se certificar que você criou todos os recursos necessários para os funcionários desempenharem as suas tarefas da forma que você espera.</p>
<p>Para começar, você deve <strong>definir o que é esperado como resultado</strong> &#8211; definir com qualidade, do jeito que manuais definem o funcionamento de algo. Definir o que é esperado também envolve combinar o prazo para a conclusão de uma tarefa.</p>
<p>Em seguida, você deve se certificar que seus funcionários têm todos os <strong>recursos para desempenhar as tarefas </strong>e, caso não tenham, garantir que esses recursos estejam disponíveis no momento certo. Os recursos podem ser internos, por exemplo, o suporte de alguma outra área, ou externos, um serviço de algum fornecedor.</p>
<p>Dando continuidade, você deve “proteger” seus funcionários. Proteger, no sentido de <strong>garantir que eles possam se dedicar</strong> à execução das suas tarefas com o foco necessário, pois outro recurso importante, e escasso, é a disponibilidade de tempo para executar a tarefa no prazo.</p>
<p>Melhor ainda, se o líder consegue <strong>definir as razões da tarefa</strong>, onde a tarefa se encaixa nos objetivos estratégicos da área ou da empresa, oferece ao funcionário um sentimento de pertencer a algo maior, estabelece um objetivo mais concreto do que, normalmente, o funcionário consegue enxergar apenas com a visão da tarefa isolada. Este tipo de visibilidade, de transparência, tem o efeito de criar mais que funcionários competentes, cria funcionários competentes e motivados.</p>
<p>Trabalhe para melhorar o nível das suas equipes.</p>
<p>Alexandre Ribenboim.</p>
<div class="evernoteSiteMemory"><a href="javascript:" onclick="Evernote.doClip({title: 'O líder competente on Gestão Singular',url: 'http://www.gestaosingular.com.br/blog/o-lider-competente',contentID: 'post-1044',suggestTags: 'gestão de empresas,Governança,lider,Organização,pequenas e médias empresas,PME,profissionalismo,recursos humanos,SMB',providerName: 'Gestão Singular',styling: 'text' });return false" class="evernoteSiteMemoryLink"><img src="http://static.evernote.com/article-clipper.png" class="evernoteSiteMemoryButton" />
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		<title>Jogos de tabuleiro, um &#8220;test drive&#8221; para empreendedores</title>
		<link>http://www.gestaosingular.com.br/blog/jogos-de-tabuleiro-um-test-drive-para-empreendedores</link>
		<comments>http://www.gestaosingular.com.br/blog/jogos-de-tabuleiro-um-test-drive-para-empreendedores#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Nov 2010 22:15:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Ribenboim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidade]]></category>
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		<category><![CDATA[pequenas e médias empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[startup]]></category>

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		<description><![CDATA[“The master of the art of living makes little distinction between his work and his play, his labor and his leisure, his mind and his body, his education and his recreation, his love and his religion. He simply pursues his vision of excellence in whatever he does, leaving others to decide whether he is working [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p><img src="http://www.gestaosingular.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/11/wpid-tabuleiro1-2010-11-9-20-155.jpg" alt="wpid-tabuleiro1-2010-11-9-20-155.jpg" width="149" height="122" /><br />
<span style="font-size: 10pt;"><em>“The master of the art of living makes little distinction between his work and his play, his labor and his leisure, his mind and his body, his education and his recreation, his love and his religion. He simply pursues his vision of excellence in whatever he does, leaving others to decide whether he is working or playing. To him, he is always doing both.</em>”, Lao-Tzu, filósofo chinês.</p>
<p></span>Um dos meus passatempos (como se eu tivesse tempo sobrando&#8230;) são os jogos de tabuleiro.</p>
<p>Jogos de tabuleiro, para quem não sabe ou não se lembra, são conhecidos pelos antigos War e Banco Imobiliário.</p>
<p>Os jogos de tabuleiro são da época dos encontros físicos, antes das redes sociais. Mesmo assim, contrariando essa tendência de não sair da frente da tela de um computador, há uns anos renasceu uma indústria de jogos de tabuleiro &#8211; dominado por editoras alemãs &#8211; que formam um mercado vibrante que movimenta autores e, claro, jogadores em todo o mundo. </p>
<p>Muitos, na ordem de milhares, de títulos de jogos foram lançados desde esse renascimento dos jogos de tabuleiro. A grande distinção desta nova geração de jogos, quando comparado com a geração do War e Banco Imobiliário, é a redução do peso da sorte e o surgimento de diferentes mecânicas, que privilegiam as decisões tomadas pelos jogadores, na condução das partidas.</p>
<p>Mas por que estou escrevendo sobre jogos de tabuleiro num blog para empresários e empreendedores?</p>
<p>Há muitos desses jogos que, em si, são excelentes exercícios para quem se interessa por gestão de empresas, sem a sisudez dos jogos de negócios dos mestrados e MBAs.</p>
<p>Muitos jogos se desenvolvem em torno de técnicas de gestão e podem servir para entreter, educar e treinar empresários, empreendedores ou futuros empreendedores &#8211; o Banco Imobiliário já é um exemplo disto, mas esses jogos contemporâneos foram capazes de elevar o nível e os desafios &#8211; e, portanto, o aprendizado &#8211; à patamares muito superiores. </p>
<p>Nestes jogos você encontra &#8211; impresso no tabuleiro e descritos nas regras que definem as decisões (estratégia, tática) dos jogadores &#8211; modelos de situações que ocorrem no mundo real das organizações. Alguns exemplos:</p>
<ul style="list-style-type: disc">
<li>gestão de recursos finitos (dinheiro, commodities) </li>
<li>negociação &#8211; compra, venda e troca de recursos</li>
<li>disputa por território e mercado</li>
<li>vantagem competitiva pelo domínio de geografias, tecnologias, ativos escassos ou posicionamento</li>
<li>capitalização (aumento do valor) de recursos com investimentos na produção</li>
<li>estimativa de demanda futura e decisões de produção e estoque</li>
<li>logística &#8211; menor custo e menor tempo de transporte de mercadorias</li>
<li>foco x dispersão </li>
<li>alianças e parcerias, entre outros.</li>
</ul>
<p>Infelizmente, estes jogos ainda não estão sendo editados no Brasil e não têm versão em português (olha uma oportunidade aí, empreendedor!).</p>
<p>Com os jogos de tabuleiro você pode exercitar seus conhecimentos antes de colocá-los em prática no mundo real e, ainda, se divertir. Eu recomendo!</p>
<p>Alexandre Ribenboim.</p>
<p>Alguns ponteiros, fornecidos pelo amigo, empresário e <em>gamer</em> Luiz Fernando Caldas, para quem ficou interessado&#8230;</p>
<p>Locais e sites com programação:</p>
<p>Ludus Luderia (SP)  – um bar com um acervo de <a href="http://www.ludusluderia.com.br/os-jogos">mais de 600 jogos</a>, há monitores que auxiliam na escolha dos jogos e ensinam a jogar (<a href="http://www.ludusluderia.com.br">www.ludusluderia.com.br</a>)<br />
Joga Sampa (SP) – evento mensal que ocorre no Bob’s da Av. Bandeirantes (<a href="http://www.jogasampa.com.br">www.jogasampa.com.br</a>)<br />
Castelo das Peças (RJ) – evento mensal que ocorre no Sesc de Copacabana (<a href="http://www.ocastelodaspecas.com.br">www.ocastelodaspecas.com.br</a>)<br />
Torre das Peças (RJ) – evento mensal que ocorre no Spoleto de Botafogo (<a href="http://www.torredaspecas.blogspot.com">www.torredaspecas.blogspot.com</a>)<br />
Spaghetti das Peças (RJ) &#8211; evento semanal também no Spoleto de Botafogo (<a href="http://www.spaghettidaspecas.blogspot.com">www.spaghettidaspecas.blogspot.com</a>)<br />
  <br />
Sites com informações sobre jogos de tabuleiro:<br />
 <br />
<a href="http://www.boardgamegeek.com">www.boardgamegeek.com</a> – reúne uma base de dados com inacreditáveis 49 mil jogos!<br />
<a href="http://www.boardgamenews.com">www.boardgamenews.com</a> – noticias e resenhas sobre jogos e lançamentos<br />
<a href="http://www.brettspielwelt.de/?nation=en">www.brettspielwelt.de/?nation=en</a> – misto de comunidade e “meta game” onde é possível jogar online mais de 40 jogos<br />
<a href="http://www.ilhadotabuleiro.com.br">www.ilhadotabuleiro.com.br</a> – misto de site de conteúdo e rede social focada na troca de informações sobre jogos, eventos e temas relacionados<br />
<a href="http://www.eaitemjogo.blogspot.com">www.eaitemjogo.blogspot.com</a>  – blog com resenhas sobre jogos e encontros no Rio de Janeiro<br />
 <br />
Listas:<br />
 <br />
<a href="http://br.groups.yahoo.com/group/BoardGamers-BR/">http://br.groups.yahoo.com/group/BoardGamers-BR/</a><br />
<a href="http://games.groups.yahoo.com/group/bg-rj/">http://games.groups.yahoo.com/group/bg-rj/</a></p>
<div class="evernoteSiteMemory"><a href="javascript:" onclick="Evernote.doClip({title: 'Jogos de tabuleiro, um \&quot;test drive\&quot; para empreendedores on Gestão Singular',url: 'http://www.gestaosingular.com.br/blog/jogos-de-tabuleiro-um-test-drive-para-empreendedores',contentID: 'post-1025',suggestTags: 'Estratégia,games,gestão de empresas,oportunidade de negócios,pequenas e médias empresas,PME,recursos humanos,SMB,start-up,startup',providerName: 'Gestão Singular',styling: 'text' });return false" class="evernoteSiteMemoryLink"><img src="http://static.evernote.com/article-clipper.png" class="evernoteSiteMemoryButton" />
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		<title>A era do extra</title>
		<link>http://www.gestaosingular.com.br/blog/a-era-do-extra</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Nov 2010 15:29:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Ribenboim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
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		<category><![CDATA[Vendas]]></category>
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		<description><![CDATA[“Sadly, average is over. We’re in the age of ‘extra’”, Thomas Friedman. Há alguns meses, escrevi sobre o quanto uma empresa brasileira tem a ganhar fazendo um pouco mais que a média. Meu objetivo era apontar que, no Brasil, qualidade pode ser um forte diferencial competitivo frente a uma concorrência que, em média, é muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p><img src="http://www.gestaosingular.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/11/wpid-extra-extra-paper-2010-11-8-13-29.jpg" alt="wpid-extra-extra-paper-2010-11-8-13-29.jpg" width="150" height="132" />“<em>Sadly, average is over. We’re in the age of ‘extra’</em>”, Thomas Friedman.</p>
<p>Há alguns meses, escrevi sobre o quanto uma empresa brasileira tem a ganhar fazendo <a href="http://www.gestaosingular.com.br/blog/um-pouco-melhor-que-a-media">um pouco mais que a média</a>. Meu objetivo era apontar que, no Brasil, qualidade pode ser um forte diferencial competitivo frente a uma concorrência que, em média, é muito ruim.</p>
<p>Na semana passada, li <a href="http://www.nytimes.com/2010/10/24/opinion/24friedman.html?_r=2" target="_blank">este artigo</a> (em inglês) do Thomas Friedman (o autor do livro “O Mundo é Plano”)  que estende o conceito para os profissionais, competindo numa economia global, integrada e cada vez mais automatizada, como a que vivemos.</p>
<p>O que o Thomas Friedman defende é que <strong>o médio (serviços médios, produtos médios) acabou e estamos vivendo na era do extra</strong>, do acima da média.</p>
<p>Portanto, o extra vale para empresas, como vale para profissionais liberais e para qualquer funcionário de uma empresa: o garçom, a enfermeira, a “tia” da creche, a manicure, o lojista, o policial de trânsito, todos terão que descobrir o que é prestar seus serviços acima da média, o quê os diferencia, o quê os faz únicos.</p>
<p>Ainda do artigo do Thomas Friedman: “<em>&#8230; and everyone has to figure out what extra they can add to their work to justify being paid more than a computer, a Chinese worker or a day laborer.</em>”</p>
<p>Alexandre Ribenboim.</p>
<div class="evernoteSiteMemory"><a href="javascript:" onclick="Evernote.doClip({title: 'A era do extra on Gestão Singular',url: 'http://www.gestaosingular.com.br/blog/a-era-do-extra',contentID: 'post-1017',suggestTags: 'ação,atendimento ao cliente,atendimento ao consumidor,Crescimento,pequenas e médias empresas,PME,profissionalismo,Qualidade,recursos humanos,Relacionamento,SMB,start-up,startup,Sustentabilidade,Vendas',providerName: 'Gestão Singular',styling: 'text' });return false" class="evernoteSiteMemoryLink"><img src="http://static.evernote.com/article-clipper.png" class="evernoteSiteMemoryButton" />
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		<title>9+2 iniciativas das empresas conectadas</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Oct 2010 13:13:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Ribenboim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
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		<description><![CDATA[“Meu Deus!!! Vida virtual dá um trabalho&#8230; ”, Cora Rónai, via Twitter A internet criou muitas oportunidades e canais de marketing, comunicação e relacionamento com clientes, fornecedores, parceiros e com toda a sociedade. Por outro lado, toda grande oportunidade deve vir acompanhada de investimentos, zelo, cautela e responsabilidade. Quando se trata de criar e garantir [...]]]></description>
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<p><img src="http://www.gestaosingular.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/10/wpid-ecommerce-1-2010-10-5-16-13.jpg" alt="wpid-ecommerce-1-2010-10-5-16-13.jpg" width="151" height="125" /><span style="font-size: 10pt;">“<em>Meu Deus!!! Vida virtual dá um trabalho&#8230; <img src='http://www.gestaosingular.com.br/wp/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </em>”, Cora Rónai, via Twitter</span></p>
<p>A internet criou muitas oportunidades e canais de marketing, comunicação e relacionamento com clientes, fornecedores, parceiros e com toda a sociedade. Por outro lado, toda grande oportunidade deve vir acompanhada de investimentos, zelo, cautela e responsabilidade. Quando se trata de criar e garantir a imagem de uma empresa na rede, estes cuidados ganham dimensões ainda mais importantes.</p>
<p>Quando a web surgiu, bastava ter um website e responder aos emails que chegavam pelo <em>faleconosco</em> para uma empresa ser considerada “conectada”. Usufruir da internet, mais ou menos, se resumia a isto.</p>
<p>Hoje a coisa anda bem mais complexa, como pode ser visto no pequeno guia abaixo, com as 9+2 iniciativas que uma empresa deve realizar para usar a internet como ferramenta de marketing e relacionamento:</p>
<p>1- <strong>Investir em SEO</strong> <strong>e SEM</strong> para que o website seja encontrado e bem indexado pelas ferramentas de busca (SEO &#8211; <em>search engine optimization</em>) e, pró-ativamente, atrair visitantes através dos chamados links patrocinados (SEM &#8211; <em>search engine marketing</em>).</p>
<p>2- <strong>Listar produtos e serviços nas buscas de preços e promoção </strong>- Especialmente se o produto ou serviço é voltado ao consumidor e adequado ao comércio eletrônico, a empresa deve firmar acordos com os sites de busca por menor preço, como o BuscaPé, e divulgar promoções nas ferramentas de compras coletivas, como o Imperdível ou o Peixe Urbano. </p>
<p>3- <strong>Produzir conteúdo  </strong>- Não basta publicar informações institucionais e catálogos de produtos e serviços no website e  aguardar a chegada dos clientes. Se uma empresa deseja ser relevante na internet, deve investir naquilo que é a base da rede: informação. A produção de conteúdo relevante para os seus clientes e, com isto, a criação de sua própria comunidade, é o caminho a seguir. Veja <a href="http://www.gestaosingular.com.br/blog/conteudo-e-tudo">este post</a> sobre o tema.</p>
<p>4- <strong>Criar plataformas</strong> &#8211; Produzir conteúdo implica em desenvolver os meios, as plataformas, para publicar e criar a comunidade de interessados nos conteúdos. Dois exemplos de plataformas são: um blog e um twitter. Mais sobre plataformas, <a href="http://www.gestaosingular.com.br/blog/campanhas-efemeras-relacionamentos-perenes">aqui</a>.</p>
<p>5- <strong>Enviar newsletters </strong>- Se a empresa produz conteúdos relevantes ou se elabora promoções interessantes, ela poderá criar sua própria <em>newsletter</em> &#8211; uma ferramenta de marketing direto &#8211; e pedir permissão para enviar emails para a caixa postal dos interessados.</p>
<p>Como já dá para perceber, a produção de conteúdo relevante funciona como catalizadora de diversas iniciativas. No caso específico da <em>newsletter</em>, o conteúdo funciona como uma espécie de licença para enviar algo para a caixa postal dos consumidores. Sem conteúdo a <em>newsletter</em> não passa de um <em>spam</em> (campanha de email não solicitada). </p>
<p>6- <strong>Produzir vídeos e imagens </strong>- O website pode ser enriquecido com alguns vídeos, tais como: comerciais, demonstrações do produto ou serviço e testemunhais de clientes. Esses vídeos podem ser agrupados num canal no YouTube. Da mesma forma, fotos e outras imagens podem ser publicadas num álbum do Flickr.</p>
<p>7- <strong>Participar das comunidades abertas</strong> &#8211; Não há como ignorar a importância crescente das comunidades virtuais. Uma empresa deve, então, criar sua página de fãs no Facebook, seu registro no LinkedIn, seu grupo no Orkut e em todas as demais redes sociais que estejam atraindo público no momento.</p>
<p>8- <strong>Se localizar nos mapas</strong> &#8211; Assim como as comunidades, recursos de geolocalização estão cada vez mais relevantes na rede. Para ser localizada pelos usuários dessas ferramentas, a empresa deve cadastrar seus endereços &#8211; da sede, filiais ou lojas. Algumas são ferramentas como o Google Maps, outras são verdadeiras redes sociais, como o Foursquare e o Gowalla.</p>
<p>9- <strong>Controlar a visitação</strong> &#8211; Não basta fazer todo este esforço sem medir o resultado. Para tal, existem algumas ferramentas bem conhecidas com o Google Analytics.</p>
<p>Ufa! Parece muito trabalho, não? Mas não acaba por aí. O que listei acima são os recursos que estão sob o controle da empresa. Agora temos que descrever o que não está sob seu controle, continuando&#8230;</p>
<p>“<em>Indians believe your sins will be punished in next life. Internet punishes your sins right now.</em>”, Chris Anderson, da revista Wired.</p>
<p>Muita gente criando conteúdo, publicando suas impressões, suas críticas, suas dúvidas, sugestões, fazendo perguntas e respondendo, isto é o que ocorre a todo instante nos blogs e redes sociais.</p>
<p>A mensagem não é mais estática, como uma empresa gostaria que fosse o seu reclame: claro, preciso, objetivo, que levasse o consumidor ao desejo e à compra. Hoje a mensagem é dinâmica, viva, suscetível a todos os riscos e transformações no seu caminho, no seu ciclo de vida.</p>
<p>Uma empresa que deseje estar conectada deve começar por compreender a força da informação que ela não controla, seja de si, seja de seus concorrentes, seja do mercado em que atua e do mundo em que prospera.</p>
<p>10- <strong>Conhecer a sua reputação &#8211; </strong>Para começar, a empresa deve tentar conhecer, pois controlar é impossível, a sua reputação nas principais redes sociais que existem por aí. Escutar o que se fala no Twitter, Facebook, LinkedIn, Yahoo! Respostas, Google Buzz, YouTube e nos demais canais relevantes para o seu negócio é fundamental. Em especial, a empresa precisa se preocupar com os sites que buscam reunir exatamente as resenhas (críticas e elogios também) sobre empresas, produtos e serviços, como é o caso do Yelp, site líder nos EUA neste segmento. No Brasil, ainda não temos um site líder em resenhas, mas logo aparecerá um.</p>
<p>11- <strong>Se relacionar com os “seguidos”</strong> &#8211; O que o pessoal de marketing chama de <em>opinion makers</em>, na rede são os usuários que produzem muito conteúdo e que, com isto, são lidos ou seguidos, às vezes, por milhares de outros usuários. Uma empresa deve manter relacionamentos ativos com esses blogueiros e twitteiros que se interessam pelo tema dos seus negócios, uma iniciativa puramente de relações públicas.</p>
<p>No início da internet, cheguei a ver empresas que decidiam não abrir o canal de email <em>faleconosco</em>, pois não tinham estrutura para se comprometer com a resposta aos emails. O mundo avançou uns 15 anos e agora o buraco é bem mais embaixo. A Cora Rónai tem razão, vida virtual dá o maior trabalho!</p>
<p>Alexandre Ribenboim. </p>
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		<title>Sócio e executivo não se misturam</title>
		<link>http://www.gestaosingular.com.br/blog/socio-e-executivo-nao-se-misturam</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Sep 2010 15:58:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Ribenboim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Governança]]></category>
		<category><![CDATA[Operação]]></category>
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		<description><![CDATA[Como se forma o quadro societário e de executivos de uma pequena empresa ou startup? Muitas vezes, a startup é pensada por um grupo de amigos, que resolvem montar o negócio juntos. Todos viram sócios e dividem as tarefas executivas entre si. Um pouco mais para frente, empresas pequenas se deparam com a falta de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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<p><img src="http://www.gestaosingular.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/09/wpid-1511413221_af1fe56b5e-1-2010-09-29-12-582.jpg" alt="wpid-1511413221_af1fe56b5e-1-2010-09-29-12-582.jpg" width="162" height="121" />Como se forma o quadro societário e de executivos de uma pequena empresa ou <em>startup</em>?</p>
<p>Muitas vezes, a <em>startup</em> é pensada por um grupo de amigos, que resolvem montar o negócio juntos. Todos viram sócios e dividem as tarefas executivas entre si.</p>
<p>Um pouco mais para frente, empresas pequenas se deparam com a falta de dinheiro para contratar executivos, junto com uma crescente necessidade por profissionais mais experientes. Impasse que pode ser resolvido com executivos que topam se tornar sócios, trocando parte do que deveria ser uma remuneração “de mercado”, alta para o caixa da empresa, por quotas da sociedade.</p>
<p>Outras vezes, duas os mais empresas se fundem e os sócios de uma e das outras, passam a ser sócios entre si, mantendo-se como executivos da organização maior.</p>
<p>No fim, empresas pequenas e <em>startups</em> acabam por ter alguns sócios que são também executivos, que trabalham na operação do negócio.</p>
<p>Até aí, tudo bem, desde que essas pessoas saibam separar o papel do sócio do papel do executivo, pois, o poder do sócio, do ponto de vista da governança da empresa, é diferente do poder do executivo, a alçada de atuação do sócio é diferente da alçada de atuação do executivo.</p>
<p>Para exemplificar o efeito danoso da mistura de papéis, pense em como os funcionários, não sócios, reagem quando percebem que um executivo-sócio impõe sua condição de sócio quando entra em conflito com alguém? Isto prejudica a confiança que os funcionários depositam na empresa, no profissionalismo da gestão e no futuro do negócio, corroendo o valioso comprometimento que deve ser cultivado na equipe. </p>
<p>Para separar os dois papéis crie processos e fóruns que identifiquem, claramente, quem está atuando em cada momento: “Você está falando como sócio ou como executivo?” Algo como se cada sócio-executivo tivesse dois bonés, um de sócio, outro de executivo e, naturalmente, somente um boné pode ser usado por vez. Em alguns momentos o boné de sócio não pode ser usado, em outros, como numa reunião do conselho de sócios, o boné de executivo não entra.</p>
<p>Alexandre Ribenboim.</p>
<p>PS.: Este assunto fica ainda mais interessante quando lembramos que um executivo pode ser demitido, se não estiver agregando valor para a empresa, ou se ela não puder continuar mantendo a sua remuneração, portanto, a parte “executiva” de um sócio-executivo pode também ser demitida.</p>
<div class="evernoteSiteMemory"><a href="javascript:" onclick="Evernote.doClip({title: 'Sócio e executivo não se misturam on Gestão Singular',url: 'http://www.gestaosingular.com.br/blog/socio-e-executivo-nao-se-misturam',contentID: 'post-1008',suggestTags: 'comando,gestão de empresas,Governança,lider,Organização,pequenas e médias empresas,PME,poder,Processo,profissionalismo,recursos humanos,SMB,sociedade,socio,start-up,startup',providerName: 'Gestão Singular',styling: 'text' });return false" class="evernoteSiteMemoryLink"><img src="http://static.evernote.com/article-clipper.png" class="evernoteSiteMemoryButton" />
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