Oportunidade à vista!

wpid-terra_a_vista.xP0FoqhH1EVP.jpgO uso das ferramentas em nuvem (#cloud computing, software as a service #saas) é cada vez mais comum nas empresas, principalmente, as pequenas e médias que têm severas restrições financeiras para investir em equipamentos e software, pagar para desenvolver ou customizar sistemas e, ainda, arcar com as despesas mensais de manutenção de tudo isto: atualizações de hardware e software, suporte de TI, infraestrutura de segurança e monitoramento 24×7, entre outros.

Cloud computing vem para viabilizar o acesso à capacidade de processamento, armazenamento e ferramentas (apps), valiosíssimas para a gestão dessas empresas, a um custo mensal, pago por uso, que cabe no bolso do pequeno e médio empresário.

Mas, na realidade, o que vemos por aí são poucas dessas ferramentas com interface traduzida para o português. Menos, ainda, se vêem ferramentas localizadas para o mercado brasileiro, ou seja, modificadas, ao nível de suas funcionalidades, para as regras de jogo que temos aqui no Brasil.

Por exemplo, você vai encontrar várias ferramentas para gestão das suas finanças pessoais lá fora. Mas eu não conheço alguma traduzida para o português e, poucas conseguem escrever um número com ‘,’ no lugar do ‘.’.

Esse exemplo é interessante pois aponta para onde quero chegar… aqui no Brasil já existem ferramentas cloud no segmento de finanças pessoais, são elas:

* Organizze
* Manubia
* Spesa
* gBolso
* Yupee

Ora, ora, não acredito que seja este o único segmento de ferramentas que pode ser desenvolvido por brasileiros para brasileiros. Pode ser o primeiro, com vantagens competitivas mais claras (a tal ‘,’ no lugar do ‘.’), mas não o único.

De cara, podemos pensar em finanças corporativas – até hoje não encontrei uma solução na internet brasileira focada neste filão.

Já temos dois outros exemplos interessantes “made in Brasil”: a Unito, que tem uma ferramenta de gestão de conteúdos e a Virto, que oferece um ERP completo, em nuvem.

Podemos, ainda, pensar em alguns outros filões, tais como: CRM, gestão de projetos e etc. Ou aplicativos restritos a problemas específicos de determinados mercados, concorrendo com software “tradicionais”, comprados na prateleira.

Alexandre Ribenboim.