Reuniões

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Dilbert, Scott Adams

As empresas grandes fazem muitas reuniões. É comum escutar pelos corredores que sobra reunião e falta tempo para fazer o trabalho em si.

Já as pequenas empresas não fazem reuniões. No máximo encontros informais entre os sócios no almoço, no taxi de/para um cliente, ou na ponte aérea. Há sim, muitas e desestruturadas conversas entre os gestores e a equipe para atualizar informações, transmitir ordens, cobrar, trocar ideias e, assim, seguem.

Contudo, as pequenas empresas têm muito o que se beneficiar com uma rotina de reuniões. Uma vez por semana, ou por quinzena, já traz um excelente resultado.

Essas reuniões, que devem envolver as pessoas mais seniores da empresa, têm uma pauta mais ou menos fixa, cobrindo os aspectos mais importantes do dia a dia do negócio: fluxo de caixa, vendas, produção, relação com os clientes e fornecedores, ajustes nos processos e na estrutura, concorrência. E, menos frequentemente, outros temas de mais longo alcance: marketing, desenvolvimento de novos produtos, estratégia.

A reunião não precisa – e não pode mesmo – ser demorada. Todos têm muito o que fazer e não sobra, como nas empresas grandes, muita gente fazendo algo enquanto outros estão reunidos, portanto, a reunião deve ser curta e objetiva.

Recomendo uma reunião semanal, com hora marcada para começar e para acabar, não mais demorada que 1 hora. Se algo ficar de fora por conta do tempo, o assunto passa, com prioridade, para o encontro da semana seguinte.

Então, vamos lá, comece por escolher quem deve participar da reunião, leve para o primeiro encontro uma proposta de pauta para ser discutida e aprovada pelos participantes, dê um nome bacana para este encontro e crie o hábito semanal de olhar a todos cara a cara, compartilhar dúvidas, sugestões, críticas e compromissos, formar um time em torno do grupo de funcionários. Vai fazer bem para a sua equipe e para seu resultado.

Alexandre Ribenboim.