Força bruta

anuncioOs consumidores são, constantemente, “bombardeados” com centenas de opções de produtos e serviços. Uma avalanche de ofertas, de estímulos, de marcas. Neste bombardeio, destacam-se as marcas que têm mais poder de compra de mídia, pertencentes às grandes empresas. Pode-se dizer que essas marcas usam a força bruta para chamar a atenção do seu mercado consumidor, gastando muito dinheiro por “zero ponto poucos porcento” de retorno em vendas.

Este é o modelo que vivemos desde a invenção dos primeiros veículos de mídia. O que faz um veículo de mídia é produzir um conteúdo, ou um serviço, de interesse para um grupo de consumidores. Esse grupo de consumidores, por sua vez, é de interesse dos anunciantes. Daí, os veículos criam um “espaço”, ou um “tempo”, e alugam este espaço/tempo para os anunciantes poderem bombardear sua mensagem em consumidores.

Parece que é assim que funciona, certo? Sim, pelo menos enquanto o mercado consumidor “frequentar” os meios tradicionais de comunicação: jornais, rádios, revistas e TV. Consumidores sendo “vendidos” por veículos de mídia em pacotes de mil, por vez.

Mas o que ocorre quando estes consumidores passam mais tempo na internet, em blogs e micro-blogs,YouTube, numa rede social como o Facebook, ou numa rádio online feita sob medida para ele? Bem, essas pessoas deixam de ver os anúncios das revistas e jornais e os comerciais na TV.

E, então, como se fazer conhecer pelos consumidores? E, mais ainda, para se destacar entre os concorrentes?

Mais sobre este tema, no próximo post.

Alexandre Ribenboim.