3 elementos básicos da química de uma empresa
“Esperar pelo perfeito nunca é mais inteligente do que fazer progressos”, Seth Godin.
No último post, afirmei que uma excelente química para formar uma sociedade é: um sócio técnico – responsável pelo produto e entrega -, um sócio voltado para o mercado – responsável por vendas e atendimento aos clientes – e um sócio administrador – que cuida das finanças e suporte à operação.
Antes mesmo de aprofundar a discussão de quantos sócios e quais perfis de sócios devemos ter, será bom refletir por que temos que buscar compor nossa empresa com essas três competências: produto, venda e gestão administrativa & financeira.
Se a competência de produto é fraca a empresa não inova, não entrega o que vende ou entrega, porém, com baixa qualidade. Esta empresa tende a falhar, quando é ultrapassada pelos concorrentes ou quando cria uma reputação ruim no mercado.
Se a competência de vendas é fraca a empresa não vende. Neste caso, o fracasso é óbvio. Pode-se ter o mais inovador dos produtos, sem uma competência comercial desenvolvida, a empresa não decola.
Se a competência de gestão administrativa & financeira é fraca a empresa fica insegura. Em tempos de “vacas gordas” pode-se até se dar ao luxo de não administrar bem, não cuidar dos custos e ir tocando a vida, mas em tempos de “vacas magras” a gestão administrativa e financeira é fundamental para manter processos funcionando, para produzir informações de qualidade e que ajudam a tomar decisões rapidamente.
Voltando agora à questão dos sócios, uma ou mais dessas competências não precisam, necessariamente, ser realizadas por sócios da empresa, elas podem ser executadas por funcionários contratados, desde que competentes para tal.
Pode-se ainda, ter um sócio acumulando duas ou mais dessas competências, por exemplo, produto e gestão administrativa&financeira. Mas cuidado para não deixar que uma dessas competências domine a agenda deste sócio e as outras sejam deixadas de lado.
Alexandre Ribenboim.
